sábado, 14 de abril de 2018

quinta-feira, 1 de março de 2018

Mindset: O Poder de Acreditar que se Pode Melhorar

Carol Dweck at TEDxNorrkoping


Carol Dweck pesquisa "a mentalidade do crescimento", a ideia de que podemos aumentar a capacidade de nossos cérebros para aprender e resolver problemas. Nesta palestra, ela descreve duas maneiras de pensar sobre um problema que é ligeiramente difícil demais para que você resolva. Será que você não é inteligente o suficiente para resolvê-lo ... ou somente não o resolveu ainda? Uma grande introdução neste campo influente.

Carol Dweck is a pioneering researcher in the field of motivation, why people succeed (or don't) and how to foster success.



Carol Dweck is a professor at Stanford and the author of Mindset, a classic work on motivation and "growth mindset." Her work is influential among educators and increasingly among business leaders as well. As Carol Dweck describes it: "My work bridges developmental psychology, social psychology, and personality psychology, and examines the self-conceptions (or mindsets) people use to structure the self and guide their behavior. My research looks at the origins of these mindsets, their role in motivation and self-regulation, and their impact on achievement and interpersonal processes."

sábado, 17 de fevereiro de 2018

A Morte e a Miséria não são soluções para a Vida e a Sustentabilidade

Preservar mais vidas leva à sobrepopulação?
Does saving more lives lead to overpopulation?




Não, quando casais possuem melhor qualidade de vida tendem a planejar a gravidez, escolhendo menos filhos. O Sistema de Saúde Pública não pode ser privatizada, mas com certeza deve ser otimizada procurando atender casos de doenças que não podem ser evitadas. Para casos de abusos com álcool, drogas, sexo etc. os atendimentos devem ser cobrados, ou seja, quando constatados irresponsabilidade do cidadão o Estado não deve cobrir os custos. Abortos devem ser cobrados quando por gravidez não planejada. Não é dever do Estado cuidar do cidadão e sim da sociedade, do bem-estar humano e da civilidade ou moral correta.

Distribuir camisinhas gratuitamente é um apoio à prostituição, à promiscuidade ao sexo abusivo, é uma violação da instituição familiar. Também, não é dever do Estado fornecer remédios gratuitamente, porém a indústria farmacêutica deve ser considerada uma Organização Civil sem fins lucrativos, tipo OSCIP (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público). Assim como tudo o que é ResPublica, como Saneamento (SANEPAR no Paraná), Energia (ELETROBRAS, PETROBRAS), Infra-Estrutura Urbana Pública (Rodovias, Ferrovias, Portos), Comunicação, Alimentos Vegetais Agroecológicos (commodities), Alimentos Animais etc. Pessoas Jurídicas de Interesse Público devem estar à serviço da Nação.

"A maior proteção que um trabalhador pode ter é um mercado de trabalho dinâmico e diversificado, com vários opções de emprego surgindo a todo momento. […] Com a CLT, o custo do trabalhador brasileiro* fica mais alto para o empregador em razão do excesso de regulamentações. Obrigadas a lidar com o custo elevado, as empresas passam a exigir qualificações melhores e certas garantias de produtividade" (BRAGANÇA, Luiz Philippe de Orelans e. Por que o Brasil é um país atrasado? Ribeirão Preto, SP: Novo Conceito Editora, 2017, p. 53-54).
A Saúde, depende de condições de vida. Com um salário-mínimo de ~R$900,00 não é possível ao indivíduo sobreviver. Sabemos que o salário-mínimo real se encontra em torno de R$4.000,00. Sabemos também que os impostos sobre o trabalhador são custos que as empresas não podem arcar, de modo que se deve taxar a pessoa jurídica para que os trabalhadores tenham maior flexibilidade diminuindo as exigências de mercado, como alta qualificação e experiência que somente privilegiados possuem. O custo de um trabalhador para a empresa é mais ou menos o dobro do seu salário, que são Impostos sem retorno. Muito melhor é investir em particular, mas para isso é necessário Educação Financeira nas Escolas Públicas.

"A irrealidade do setor público é visível nas economias que optaram por estabelecer salários e direitos trabalhistas completamente irreais e desconectados com a realidade de mercado. Assim, as administrações públicas impõem um alto custo à sociedade a curto e longo prazo. Salários acima do mercado e condições de trabalho e direitos trabalhistas insustentáveis e em completa dissociação com o prevalente no mercado" (DIAS, Joilson. Proposta de Uma Constituição do Futuro: novos princípios de igualdade perante as leis e de democracia. Curitiba: CRV, 2017, p.145.).
A desigualdade social também é outro fator preocupante, que retira a competitividade do mercado, conduzindo ao jogo sujo, lavagem de dinheiro, corrupção, evasão fiscal, calotes etc. que vão aumento custos, burocracia, juros, oligarquias etc. Não podemos confundir o Livre Mercado com ausência de direitos e deveres, com um Vale-Tudo. Não é de interesse social enriquecer um pequeno grupo nem é de necessidade real ou mesmo republicano que um pequeno grupo se enriqueça. Os lucros que passam da necessidade familiar devem ser direcionados aos negócios e distribuição de yields. Com isso, o empregado também poderá receber porcentagens de rendimentos e assumir prejuízos também.

terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

Brasil, Pátria Amada (que não seja idolatrada)

Fonte: Série A Última Cruzada do Brasil Paralelo

Se queremos um país unificado em forma de Nação de modo que a sociedade possa ser chamada de Civilização - considerando que hoje não somos uma sociedade civil organizada e sim uma coletividade urbana controlada (por Sociedades Anônimas ou Oligarquias) - se faz justo e necessário unificar o povo por meio da Comunicação, isto é, da Língua Portuguesa-brasiliana ou Brasilês, em primeiro lugar. Entendendo que falar em brasileiro é utilizar o sentido figurado ou conotativo devemos aprender o brasilês que é o uso do sentido literal ou denotativo da palavra, quase sempre fundado no latim.

Tudo começa pelo pertencimento, da propriedade, especialmente a da Casa que abriga um Lar, como o Castelo ou Domus que protege a Família Real. Antigamente, a casa era chamada de domus, de modo que "era tão importante ser a pessoa principal num domus, – o dominus, o 'Senhor' – que daí derivaram palavras como dominador e domínio, que dão a ideia de alguém com poderes para ser obedecido pelos outros habitantes da morada, como parentes e servos" (Casa em Origem da Palavra). Dom de Dom Pedro I e II (Imperadores do Brasil) vem daí, e eram portanto os Senhores do Brasil.

Casa é um termo latim que designa cabana, choça ou habitação popular onde, em vez de um Dom ou Senhor, temos Deus Lar ou o Fogo como protetor. Lar"vem do nome dos deuses romanos Lares, que protegiam cada família em sua casa e eram simbolizados pelo fogo aceso em cada domicílio" (Origem da Palavra) de onde vem também o nome Lareira. Hoje pode ser uma vela de um altar, mas em um Estado-laico o que une e protege a família é o Fogão, que se localiza na cozinha, onde a família deve se reunir e comungar.

Genealogia do Brasil

A base comum dos povos do ocidente é o Latim, língua oficial da Igreja Católica (Universal, Holística, Cosmopolita) Cristã (que se fundamenta em Cristo que significa Ungido no sentido de ser batizado com óleo, neste caso Jesus Cristo). Não estamos falando da Igreja Apostólica Romana cuja língua oficial atualmente, neste terceiro milênio, é o italiano. A unificação do povo não vem da religião, mas da língua, no Brasil o Brasilês (Português-brasílico). Assim, vamos começar pelo estudo etimológico dos termos brasileiro, brasiliense, brasiliano etc.

De acordo com o professor Cláudio Moreno:
"O sufixo -eiro, por sua vez, é muito usado para indicar profissão ou atividade: jornaleiro, sapateiro, cabeleireiro, ferreiro. É por isso que os nascidos no Brasil são brasileiros (e não brasilianos ou brasilenses): essa era a denominação dos que trabalhavam, nos primeiros dias do Descobrimento, na extração do pau-brasil, e passou a designar todos os que nasciam aqui nesta terra. Da mesma forma, chamamos de mineiros os que nascem no estado de Minas Gerais, palavra que já existia como profissão. Como podes ver, gentílicos com a terminação -EIRO são muito raros e não devem chegar a meia dezena" (o gentílico Brasileiro em SuaLingua.com.br).
Estando a denominação brasileiro ligada aos exploradores do Pau-Brasil não é de se espantar que o Brasil seja um país controlado por Oligarquias, de modo que, brasileiro define uma identidade nacional corrompida representando somente os capitalistas oligárquicos ou monopolistas e políticos corruptos, bem como os donos de terras ou propriedades ou negócios que ainda administram seus trabalhos com uma visão ou modelo escravagista (lembrando que fomos um dos últimos ou o último país a abolir a escravidão, ao menos em teoria por decreto da Família Real, mas bem se sabe que continuou informalmente).

Antigamente, as pessoas trabalhadoras (empregados ou funcionários) eram vistas como Capital Humano, mas na economia moderna tem se considerado a força de trabalho individual como Recurso Humano e a tendência é que estes sejam vistos como sócios da empresa, em diferentes níveis, de modo semelhante aos acionistas que compram parte do capital de uma empresa em forma de Ações (O que é uma Ação?), mas neste caso, ação significa agir, trabalhar. (Assim, melhor é tributar a Pessoa Jurídica em vez da Pessoa Física que aumenta os custos do empregador diminuindo a flexibilidade e oportunidades do mercado de trabalho.)

O significado de -eiro (Ciberdúvidas da Língua Portuguesa)

"O sufixo -eiro é dos mais produtivos da língua portuguesa. Utiliza-se para formar adjectivos e nomes a partir de nomes (derivação denominal), pelo que o seu significado pode variar bastante. De forma muito sintética, Celso Cunha e Lindley Cintra atribuem ao sufixo -eiro os seguintes valores (Breve Gramática do Português Contemporâneo, Lisboa, João Sá das Costa Editores, pág. 69):
«I. Quando participa na derivação de nomes a partir de outros nomes:
– ocupação, ofício, profissão – barbeiro (barba), copeira (copa);
– lugar onde se guarda algo – galinheiro (galinha), tinteiro (tinta);
– árvore e arbusto – laranjeira (laranja), craveiro (cravo);
– ideia de intensidade, aumento – nevoeiro (névoa), poeira ();
– objecto de uso – cinzeiro (cinza), pulseira (pulso);
– noção colectiva – berreiro (berro), formigueiro (formiga);
«II. Quando participa na derivação de adjectivos a partir de nomes:
– relação, posse, origem – caseiro (casa); mineiro (de minas ou Minas Gerais).»"
Enfim, -eiro é uma referência ao prefixo indicando a natureza do ofício ou objeto. É o masculino de -aria(o), de onde vem, por exemplo, agrário ou agrária.

A Civilização Brasiliana

Considerando que brasiliense (com sufixo -ense que indica naturalidade, origem) já define os nascidos em Brasília, onde fica a sede ou a capital dos brasileiros, vamos tomar como termo mais apropriado para os nativos do Brasil o termo brasiliano(a). De acordo com o professor Cláudio Moreno "O sufixo -ano, com sua variante –iano, tinha um significado básico de “proveniência, origem”: doces serranos, autores italianos, monges tibetanos. Com o tempo, passou a indicar também a proveniência de uma ideia, a partir do nome de um autor ou de um movimento intelectual: sonetos camonianos, ideal republicano, igreja anglicana" (-eano ou –iano? em SuaLingua.com.br). Ou seja, o sufixo -ano atribui um valor de origem.

Assim, podemos definir o povo brasiliano como sendo os nativos do Brasil que são honestos detentores de consciência coletiva, católica, holística, cosmopolita. Isso significa dizer que é uma nação, de trabalhadores que trabalham em sinergia ou cooperação, e que ainda entendem o mundo globalizado, sendo flexíveis ao liberalismo econômico. A identidade nacional consistem em defender o território, a família, a língua, a educação, a saúde, o direito (Ética Social) e a economia (a regra da casa). O Povo Brasiliano deve pensar em uma Constituição do Futuro que respeite a nossa história. Recomendo o livro Por que o Brasil é um país atrasado?  do cientista político Luiz Phillippe de Orleans (descendente de Dom Pedro), que estou segurando na imagem abaixo.





quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

Palestra: Proposta de uma Constituição do Futuro - Prof. PhD. Joilson Dias


Palestra proferida pelo prof. PhD. Joilson Dias do Departamento de Economia da Universidade Estadual de Maringá em 06 de dezembro de 2017. Através de análise de outras constituições, como as da Inglaterra, Estados Unidos da América, Alemanha e França nota-se falhas contraditórias em nossa Constituição de 1988 que dá privilégios para alguns e tira de outros não sendo democrática. Não somente isso, a vinculação da Economia a uma Constituição dificulta o desenvolvimento do mercado nacional por meio de uma competitividade saudável; como já apontou Ayn Rand anos atrás.


JOILSON DIAS | Possui Doutorado e Pós-Doutorado em Economia pela University of South Carolina, Columbia, SC, EUA, e Pós-Doutorado pela USP - Universidade de São Paulo, SP, Brasil. Foi professor visitante na Universidade do Minho, Portugal, Bryant University, EUA e University of Applied Sciences of Osnabrück, Alemanha. Ganhou o Prêmio Brasil de Economia do Conselho Federal de Economia de 1996/1997 em parceria com a Prof.ª Dr.ª Maria Helena Ambrósio Dias e foi Cátedra do IPEA-Instituto de Pesquisa em Economia Aplicada do Governo Federal no período 2010-2012. Exerce a função de Professor Titular no Departamento de Economia e no Programa de Pós-Graduação em Ciências Econômicas da Universidade Estadual de Maringá nas áreas de: crescimento econômico, macroeconomia e econometria avançada desde 1994. É Consultor e Pesquisador do CNPq-Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico desde 1994. Suas pesquisas em capital humano e sobre o papel das instituições democráticas e dos princípios constitucionais no crescimento e no desenvolvimento econômico das sociedades tornaram-se o tema de pesquisa principal do autor, as quais resultaram em publicações em revistas científicas e capítulos de livros em nível nacional e internacional.